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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Uma Chamada Perdida

Uma Chamada Perdida
(One Missed Call, 2008)


Direção: Eric Valette
Gênero: Suspense
Duração: 87 minutos
Elenco: Shannyn Sossamon, Edward Burns, Ana Claudia Talancón, Ray Wise, Azura Skye.



Sinopse:

Uma série de pessoas recebe mensagens de voz aterrorizantes no telefone celular, em que se ouve uma gravação do momento de suas mortes. Embora as mensagens possam ser apagadas, as pessoas já estão marcadas para morrer. Beth Raymond (Shannyn Sossamon) fica traumatizada quando testemunha as mortes de dois amigos que receberam tal mensagem e cada morte aconteceu precisamente como e quando foram previstas. A polícia pensa que Beth está perturbada e só uma pessoa acredita nela: o detetive Jack Andrews (Edward Burns). Sua crença vem do fato que sua própria irmã foi morta num acidente improvável que possui uma estranha semelhança com as mortes dos amigos de Beth. Juntos, Jack e Beth trabalham para desvendar o mistério por trás das chamadas sinistras.

Análise:

Mais uma refilmagem hollywoodiana de um suspense japonês, com as mesmas técnicas já tão conhecidas desde O Chamado.
Uma Chamada Perdida é um suspense bem fraco, mas interessante. As passagens e acontecimentos são meio sem nexo, e a trama é bastante fraca. Como um suspense, o telefone tocando realmente não assusta nada, e as maneiras como ocorrem as mortes também não têm nada demais.
Pra falar a verdade, Uma Chamada Perdida é uma mistura de vários outros filmes de terror e suspense japoneses, que geralmente são todos iguais, e nada originais. Este em especial, lembra muito O Chamado, com um toque de Premonição.
Não tendo grandes chamativos, e muito menos um bom elenco, o filme tenta ser chocante pelo excesso de mortes e por um final surpresa, que na verdade também não teve nada demais. A sorte deste filme é que ele é bastante curto, e por isso não chega a incomodar pela falta de atrativos. Quando estamos chegando no limite, ele termina.
Uma Chamada Perdida é médio para fraco, mas não é tão terrível também. Recomendo assistir quando não tiver um melhor como prioridade. Prepare-se para se disapontar com um final surpresa de péssima qualidade, mas não preocupe em enjoar do filme, pois sua metragem não da margem a isso.


Nota: 6,5

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Orfanato

O Orfanato
(El Orfanato, 2007)


Direção: Juan Antonio Bayona
Gênero: Suspense/Drama
Duração: 100 minutos
Elenco: Belén Rueda, Fernando Cayo, Roger Príncep, Montserrat Carulla, Mabel Rivera.



Sinopse:

Laura é uma mulher que regressa com sua família ao orfanato onde cresceu. O local desperta a imaginação de seu filho, que começa a se deixar levar por jogos de fantasia cada vez mais intensos. Estes acontecimentos vão inquietando Laura a tal ponto, que chega a pensar que algo na casa está ameaçando sua família. A escalada de acontecimentos ainda mais perturbadores fará com que ela procure a ajuda de parapsicólogos, além da polícia e de seu próprio passado.

Análise:

O Orfanato é um bom filme de suspense. Com produção de Guillermo del Toro, que dirigiu filmes como O Labirinto do Fauno e A Espinha do Diabo, esta é mais uma obra com sua participação, porém, em meu ponto de vista, inferior às outras duas.
O Filme é um suspense que lembra os mais antigos, como os filmes de Hitchcock. Com padrão lento e mais parado, para envolver os espectadores na trama com maior profundidade. Em determinadas ocasiões achei que a trama realmente estava lenta demais, porém umas partes compensam outras.
Pra quem gosta de filmes com movimentação constante, talvez este não seja o suspense ideal, já que ele é bem parado mesmo. Não fosse pela trama interessante e diferente, que foge um pouco do tema de monstros e assassinos, mas sem fugir de espíritos e sobrenatural, o filme seria um pouco cansativo, mas mesma nas partes em que ficamos meio aflitos, a trama não nos deixa desinteresse algum.
De uma maneira ou outra, vale a pena esperar pelo desfecho da história. Realmente surpreendente e inesperado. O filme se faz valer só por ele, já que O Orfanato não deixa de ser um pouco cansativo, principalmente pelo complemento do espanhol falado de maneira muitas vezes acelerado. Convenhamos, espanhol não é dos idiomas mais bonitos de se ouvir.


Nota: 7,0

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Alma Perdida

Alma Perdida
(The Unborn, 2009)



Direção: David S. Goyer
Gênero: Suspense
Duração: 87 minutos
Elenco: Odette Yustman, Gary Oldman, Cam Gigandet, Carla Gugino, James Remar.


Sinopse:

Casey Beldon (Odette Yustman) é uma jovem que começa a ter estranhas visões depois de um sonho. Suas visões se tornam cada vez mais reais e assustadoras, obrigando-a a procurar ajuda além de seu namorado e sua melhor amiga.
Vasculhando antigas coisas no porão de sua casa, ela descobre um nome que pode lhe ajudar a livrar-se do Dibbuk, um espírito que vaga entre a vida e a morte, perseguindo a jovem.

Análise:

O filme é um típico suspense americano, com poucos personagens e trama elaborada em cima de apenas um deles. Com uma mistura de crenças judaicas com espíritos malignos, a história de Alma Perdida tem seus altos e baixos.
Com cenas e imagens que realmente mexem com a imaginação, o filme ganha no fator psicológico, levando a cabeça longe no que se trata de crenças e espíritos. Porém a trama é meio fraca e repetitiva, deixando o filme de certa forma previsível.
De qualquer maneira eu aconselho assistir. Efeitos visuais bem feitos, trilha e efeitos sonoros notáveis e uma mistura de mistério e ocultismo deixam o filme interessante. Concluindo, um bom filme e nada mais que isso.


Nota: 7,0